Pages

Mostrando postagens com marcador Pergaminho De Poemas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pergaminho De Poemas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fazer Um Poema Não é Fácil



 Fazer um poema não é fácil
Tira todo o meu ócio
além do que, não sou hábil
parece que não é meu negócio
Enquanto isso, a pia tá lá,
cheia de louça pra lavar.


___Mateus Manzano

terça-feira, 30 de abril de 2013

Nosso Primeiro de Maio



"Meu maio"

 A todos
Que saíram às ruas
De corpo-máquina cansado,
A todos
Que imploram feriado
Às costas que a terra extenua -
Primeiro de Maio!
Meu mundo, em primaveras,
derrete a neve com sol gaio.
Sou operário -
Este é o meu maio!
Sou camponês - Este é o meu mês.
Sou ferro -
Eis o maio que eu quero!
Sou terra -
O maio é minha era!

Vladimir Mayakovsky

sábado, 13 de abril de 2013

Doce de batata doce


Oiiiiiiiiiiiii,damas cheias de luz!!

Hoje e domingo(aleluiaaaaaaa) e eu posso comer algum doce aiii,regime chato \o/

Temos aqui uma receitinha caseira e muito simples de um doce que lembra muito minha infância.Eu me lembro que eu e meu irmão comíamos esse doce em dia de domingo ao mesmo tempo que tentávamos falar o "trava-língua" :

O doce perguntou pro doce
Qual é o doce mais doce
Que o doce de batata-doce.
O doce respondeu pro doce
Que o doce mais doce que
O doce de batata-doce
É o doce de doce de batata-doce. 


Bom, e pra relembrar com vocês o gostinho mais doce da batata doce,vamos à receita:

INGREDIENTES:

  • 1 kg de batata doce,
  • 800g de açúcar,
  • 1 lata ou 1 caixinha de leite condensado 
  • Cravo-da-índia a gosto. 
MODO DE PREPARO:

 Cozinhe a batata-doce e amasse-a. Em uma panela coloque o açúcar, o leite condensado com a batata doce amassada e o cravo-da-índia. Leve ao fogo médio e cozinhe o doce até soltar do fundo da panela.


 Coma com moderação,claro! =P

BjoBjo *-*

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Poema "Autopsicografia",de Fernando Pessoa


O poeta é um fingidor. 
Finge tão completamente 
Que chega a fingir que é dor 
A dor que deveras sente. 
E os que lêem o que escreve, 
Na dor lida sentem bem, 
Não as duas que ele teve, 
 Mas só a que eles não têm.
 E assim nas calhas de roda Gira, 
A entreter a razão, 
 Esse comboio de corda 
 Que se chama o coração.


Autopsicografia

Fernando Pessoa